Vivendi pode travar projeto das móveis para Banda H

Interessadas em ganhar a faixa – 10 MHz/ 10 MHz – reservada pela Anatel no leilão da Terceira Geração, para um novo player, as operadoras móveis perigam ver o seu pleito não-atendido pelo órgão regulador. A regra diz que essa faixa não poderia ser comprada pelos atuais provedores.

A conselheira Emilia Ribeiro promete apresentar o seu relatório com relação ao futuro da Banda H ainda em novembro, mas fontes da agência admitem que o leilão só deverá acontecer no ano que vem.

As teles, hoje, prestadoras do serviço, solicitaram ao longo do Futurecom que, em função da grande procura pela banda larga móvel, que essa faixa não fosse reservada para um novo player mas, sim, licitada para aumentar a capacidade de espectro dos atuais prestadores.

Com isso, afirmam, haveria melhoria na qualidade do serviço prestado ao consumidor e a Anatel não perderia dinheiro porque haveria competição pela faixa. Essa faixa também poderia vir a ser, segundo as teles, ‘moeda de troca’ para a participação das móveis no projeto nacional de Banda Larga.

Quando reservou a banda H, a Anatel acreditava na hipótese de um novo player – e como, agora, a Vivendi, recém-desembarcou no país para assumir a GVT, o projeto da Agência, de atrair um novo concorrente para a telefonia móvel parece bem mais factível.

Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br

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